A Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP), criada pela Lei 11.752 de 12 de novembro de 1990, é de direito público e com autonomia administrativo e financeira, regida por um estatuto e pelas normas de Direito Público relativas a Fundações e, pela Legislação Estadual que lhe for pertinente. Vincula-se funcionalmente à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (SECITECE).
A FUNCAP tem por finalidade o amparo à pesquisa científica e tecnológica do Estado do Ceará, em caráter autônomo ou complementar ao fomento provido pelo Sistema Federal de Ciência e Tecnologia. Compete à FUNCAP estimular o desenvolvimento científico e tecnológico no Estado do Ceará, por meio do incentivo e fomento à pesquisa, à formação e capacitação de recursos humanos, ao fomento e desenvolvimento da tecnologia e à difusão dos conhecimentos científicos e técnicos produzidos.
A história da FUNCAP está diretamente ligada ao desenvolvimento científico e tecnológico do Estado do Ceará. A estrutura funcional da FUNCAP compreende o Conselho de Administração, responsável pela política institucional e a Diretoria Executiva, responsável pela gestão da instituição. Além de participar desses órgãos, representantes da comunidade científica e tecnológica do Estado do Ceará participam também em sua gestão e política por meio das Câmaras de Assessoramento e Avaliação Técnico-Científica.
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada sem fins lucrativos criada em 1972 com a missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequeno porte. A instituição atua também com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia por meio de parcerias com os setores público e privado, programas de capacitação, acesso ao crédito e à inovação, estímulo ao associativismo, feiras e rodadas de negócios.
Parte deste esforço ganhou visibilidade com a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em dezembro de 2006. A lei consolidou, em um único documento, o conjunto de estímulos que deve prevalecer para o segmento nas três esferas federal, estadual e municipal da administração pública, inclusive na área tributária.
Um dos dispositivos da Lei Geral, o Simples Federal, já regulamentado, representou grande ganho para micro e pequenas empresas em termos de redução de burocracia, de carga tributária e de custos operacionais. Outro dispositivo, o de Compras Governamentais, beneficiou o segmento por representar um nicho de negócios fundamental ao aumento do faturamento e da competitividade dos pequenos negócios.
Essas ações reforçam o papel do Sebrae como incentivador do empreendedorismo e revelam a importância da formalização para a economia brasileira. Nosso papel é mostrar aos milhões de micro e pequenos empresários deste País as vantagens de se ter um negócio formal, apontando caminhos e soluções, com o objetivo de facilitar o acesso aos serviços financeiros, à tecnologia e ao mercado, sempre com foco na competitividade empresarial.
Com o objetivo de promover o desenvolvimento do Ceará através do conhecimento e da inovação, foi criada em 1995 a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado do Ceará (Secitece). Através do trabalho da Secitece, o Governo do Estado promove o desenvolvimento econômico do Ceará, a inclusão social e uma efetiva melhoria na qualidade de vida do povo cearense, com devida atenção às camadas mais carentes.
É papel da Secitece coordenar e viabilizar o fomento, a difusão e a aplicação do conhecimento científico e tecnológico no Ceará. Para isso, envolve órgãos de governo federais, estaduais e municipais, instituições públicas e privadas de ensino e setor empresarial com a missão de gerar divisas, emprego e crescimento para todo o Estado.
O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer é uma unidade do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que atua na pesquisa e no desenvolvimento em tecnologia da informação. A intensa interação com os setores acadêmico, através de diversas parcerias em pesquisa, e industrial, em vários projetos de cooperação com empresas, mantém o CTI no estado da arte em seus principais focos de atuação, como a área de componentes eletrônicos, microeletrônica, sistemas, software e aplicações de TI, como robótica, softwares de suporte à decisão e tecnologias 3D para indústria e medicina.
Esta integração com a academia e o setor produtivo torna o CTI uma instituição bastante rica, capaz de atender demandas da indústria e torná-las temas de pesquisas, estimulando um ciclo de P&D bastante plural, focado em prover soluções para o mercado. Inaugurado em 1982, em Campinas, contando com cerca de 280 pesquisadores atuando em 10 laboratórios, o CTI dispõe de uma infraestrutura altamente especializada, concebida e constantemente modernizada para sustentar atividades voltadas para geração de inovação em bens e serviços de TI.